sábado, 30 de abril de 2011

O que se faz...


...quando a única coisa que você consegue fazer é chorar?

sexta-feira, 22 de abril de 2011

E não há um dia...


...que eu passe sem dizer: "Que vontade de morrer."

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Da autora

Ruiva, gótica, nerd, louca, palmeirense, bebe, ateia, a favor do aborto, a favor dos direitos iguais dos gays, ou de qualquer outro tipo de ser humano que exista. Contra a democracia, a ditadura ou qualquer outro tipo de governo, contra o capitalismo ou qualquer sistema que implante o dinheiro como "objeto de troca", tende ao anarquismo mas de uma forma radical e diferente, contra o governo Lula, contra o PT. Já que vive na democracia tenta melhorar o mundo do jeito que pode, fica estressada com pessoas que votam nulo por "protesto" ou porque são "pseudo punk-anarquistas de merda" ou os dois juntos, enfim. Irrita-se com pessoas intolerantes a qualquer tipo de coisa: estilo musical, sexualidade, religião, etc. Gothic, psychobilly, EBM, darkwave, new metal, classic rock, punk, e-music, alternative. Castelo Encantado, Santo Antônio, Pueri Nidus, Ipiranga, Padre Manoel de Paiva, Vila Mariana, Camargo Aranha, Mooca. Michel, desenhar, compor, cantar, escrever. Sandman, Fight Club, Higurashi no Naku Koro ni, Batman, Supernatural, The Big Bang Theory, Poltergeist. Pepsi ao invés de Coca, sorvete com batata frita. Ipiranga, Jardim da Saúde.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

And I ain't gonna live forever.


É estranho não se conformar com a sociedade, pouquíssimas pessoas entendem realmente toda a merda em que vivemos, eu particularmente não conheci sequer uma que entendesse tudo o que tento expor, às vezes parece que somente os livros conseguem traduzir alguns pensamentos meus.
Pessoas não gostam de discutir as atitudes da sociedade porque se veem enterradas naquela atitude mesquinha que a maioria da população possui. No Brasil, pessoas que discordam da maioria, ou apenas são diferentes, são repreendidas e excluídas, típico de animais que vêm um da mesma espécie com cor diferente ou algo do gênero.
Porém a suposta democracia em que vivemos não nos deixa ao menos expor nossa opinião, não podemos ser a favor do aborto, não podemos ser nada além de religiosos fanáticos, não podemos ser nada além de idiotas.
Vivo a minha vida: visto-me, falo, sento, escrevo, bebo, fumo, injeto, sexo, amor, faço tudo do meu jeito. E ninguém poderá tirar esse direito de mim. A vida é curta demais para sufocar-se com a opinião alheia.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Resumption


"It started as an honest attraction, began under the guise of a flirt. Till you were screaming at the edge of the bed: 'Nobody moves, nobody gets hurt!'"

sábado, 6 de novembro de 2010

The all-singing, all-dancing crap of the world


Sabe quando você se sente a pior merda do mundo? Então.
Mas não consegui segurar. Não depois de dois fins de semana chorados e mais um agora. Não consigo mais viver nesse caos que está minha vida. Preciso de uma mudança urgente, alguém me bata e me mostre como a vida pode ser linda.
Odeio estourar desse jeito. Acabo falando tudo de um jeito errado, e tudo o que realmente quero dizer não sai de meus lábios. Mas, como devo agir em um momento desses? Estou caindo num abismo sem fim. O que haverá lá embaixo? Mais sofrimento?
Preciso acordar desse labirinto em que me acho, uma renovação. Pois eu o amo.
O amo. Mais que tudo que já amei na vida.

Devaneios (parte VI)


Parece que morri e esqueceram de me avisar.
Quando você passa a acreditar numa coisa (novamente) e seu coração se faz em mais de mil minúsculos pedaços, parece que você não existe mais. Sua alma se vai e você fica. É triste, melancólico e extremamente masoquista esses pensamentos, não saem da cabeça.
Não sei, parece que o mundo conspira contra mim. Parece que as pessoas não se importam com meu estado (mesmo que isso implique no meu "estado" com elas).
Como Lispector já diria: "(...)Como se essa calma não pudesse durar. Algo está sempre por acontecer.(...)". Realmente, por mais que eu tente, nada fica como deveria ficar.
Tento demonstrar meus sentimentos mais puros, os mais bonitos. O faço. Realmente o faço. Me esforço. Mas de que adianta tanto esforço se no fim tudo é em vão? Se no fim ninguém realmente se importa com o que quer que seja que você esteja passando, ou o que você está tentando fazer para melhorar com a pessoa?
"Preciso aprender a não precisar de ninguém." (CL) Talvez. Mesmo porque, a pessoa nunca será como você sempre sonhou. Pessoas têm defeitos. Você tem defeitos. "Pessoas perfeitas são um saco." (PC) Porém, pessoas perfeitas não existem. Se são pessoas, são imperfeitas. Se são perfeitas, não são pessoas.
"People don't change!" Estou começando a acreditar cada vez mais nessa frase. Talvez Gregory esteja certo afinal, o que é demasiado preocupante. Solitário e doentio.

"Todas as palavras que digo é por esconderem outras palavras." (CL)
"O que não sei dizer é mais importante do que eu digo." (CL)